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Livros do
aqui e agora

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Uma das formas mais brasileiras de olhar o mundo

Uma das formas mais brasileiras de olhar o mundo

Uma das formas mais brasileiras de olhar o mundo

O Brasil transformou o cotidiano em literatura.

O Brasil transformou o cotidiano em literatura.

O Brasil transformou o cotidiano em literatura.

Uma conversa ouvida pela metade. Uma rua que já não é a mesma. Um costume estranho tratado como normal. Uma lembrança que volta sem ser chamada. A crônica nasce desse olhar.

Uma conversa ouvida pela metade. Uma rua que já não é a mesma. Um costume estranho tratado como normal. Uma lembrança que volta sem ser chamada. A crônica nasce desse olhar.

Antes de ser um livro, antes de ser um autor, antes mesmo de virar objeto editorial, existe uma tradição: a de escrever o país pela calçada, pelo banco de praça, pelo humor e pela vida comum. É dessa tradição que esta página parte.

Antes de ser um livro, antes de ser um autor, antes mesmo de virar objeto editorial, existe uma tradição: a de escrever o país pela calçada, pelo banco de praça, pelo humor e pela vida comum. É dessa tradição que esta página parte.

Entenda a força da crônica

Uma conversa ouvida pela metade. Uma rua que já não é a mesma. Um costume estranho tratado como normal. Uma lembrança que volta sem ser chamada. A crônica nasce desse olhar.

Antes de ser um livro, antes de ser um autor, antes mesmo de virar objeto editorial, existe uma tradição: a de escrever o país pela calçada, pelo banco de praça, pelo humor e pela vida comum. É dessa tradição que esta página parte.

Entenda a força da crônica

A TRADIÇÃO DA CRÔNICA

A TRADIÇÃO DA CRÔNICA

Toda grande tradição tem seus rostos.

Toda grande tradição tem seus rostos.

Machado de Assis, João do Rio, Rubem Braga, Drummond, Clarice Lispector, Verissimo. Cada um mudou o gênero à sua maneira, mas todos provaram a mesma coisa: a crônica consegue ser próxima sem ser banal, inteligente sem ser empolada, brasileira sem pedir licença.

  • Machado de Assis

    Ironia, política, linguagem e a arte de comentar o país sem subir no palanque.

  • João do Rio

    A rua como personagem, a cidade como matéria viva e o cotidiano como espetáculo sério.

  • Rubem Braga

    O detalhe mínimo capaz de sustentar emoção, memória e literatura em poucas linhas.

  • Drummond

    Notícia, memória, humor e poesia olhando para a mesma rua sem pedir desculpas.

  • Clarice Lispector

    Intimidade, pensamento e observação do instante embaralhando crônica, diário e ensaio.

  • Luis Fernando Verissimo

    Humor, absurdo e vida privada mostrando como o Brasil pode ser cômico e sério ao mesmo tempo.

O QUE A CRÔNICA FAZ

O QUE A CRÔNICA FAZ

Ela eterniza justamente aquilo que parecia destinado a desaparecer.

Ela eterniza justamente aquilo que parecia destinado a desaparecer.

A notícia envelhece. A piada deixa de circular. A loja fecha. A moda passa. A rua muda de nome. O objeto some sem se despedir. Mas, quando a crônica encontra essas coisas, elas ganham uma segunda vida. Continuam existindo na linguagem.

Foi assim que a crônica brasileira aprendeu a transformar o banal em voz, o instante em memória e a vida comum em literatura. Não precisa de heróis. Não precisa de grandes feitos. Quase nunca precisa sequer que as coisas deem certo.

Precisa, sobretudo, que alguém preste atenção.

A revelação

A revelação

A revelação

Todo Mundo é Lua olha para o Brasil pela próxima esquina.

Todo Mundo é Lua olha para o Brasil pela próxima esquina.

Todo Mundo é Lua olha para o Brasil pela próxima esquina.

Todo Mundo é Lua funciona melhor quando é apresentado como continuação de uma tradição, e não como um título jogado ao acaso.

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O livro parte da mesma matéria que sempre alimentou a crônica brasileira: a rua, a memória, a linguagem, os tipos humanos, os objetos que desapareceram, as conversas que não deveriam ser tão reveladoras e os pequenos absurdos que, depois de algum tempo, deixamos de considerar absurdos.

Em vez de seguir um único assunto, o livro avança como a própria memória. Uma cena chama outra. Uma palavra abre um desvio. Uma reflexão séria termina em piada. Uma piada encontra uma lembrança. E os fragmentos, pouco a pouco, formam aquilo que o prefácio chama de mosaico de uma época.

O livro parte da mesma matéria que sempre alimentou a crônica brasileira: a rua, a memória, a linguagem, os tipos humanos, os objetos que desapareceram, as conversas que não deveriam ser tão reveladoras e os pequenos absurdos que, depois de algum tempo, deixamos de considerar absurdos.

Em vez de seguir um único assunto, o livro avança como a própria memória. Uma cena chama outra. Uma palavra abre um desvio. Uma reflexão séria termina em piada. Uma piada encontra uma lembrança. E os fragmentos, pouco a pouco, formam aquilo que o prefácio chama de mosaico de uma época.

Quero receber Todo Mundo é Lua

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COMO O LIVRO SE MOVE

COMO O LIVRO SE MOVE

Humor, memória, linguagem, cidade e desvios muito bem escolhidos.

Humor, memória, linguagem, cidade e desvios muito bem escolhidos.

O Brasil miúdo

Política, burocracia, hábitos, repartições, filas, tipos humanos e aquele detalhe nacional que parece pequeno até revelar uma época inteira.

A cidade e o que sumiu

Ruas, cinemas, lojas, objetos e endereços que continuam existindo na memória de quem ainda sabe onde ficavam.

Uma voz que costura tudo

Crônica, aforismo, observação, diálogo, ensaio breve e imaginação coexistem porque são atravessados pelo mesmo olhar.

UMA PONTE MAIS POP

UMA PONTE MAIS POP

UMA PONTE MAIS POP

Numa boa crônica, tudo pode entrar na conversa.

Numa boa crônica, tudo pode entrar na conversa.

Numa boa crônica, tudo pode entrar na conversa.

Rita Lee e uma frase em latim. Charlie Brown tentando ser o protagonista da própria vida. Agatha Christie reaparecendo numa história menos respeitável. Monty Python interrompendo uma reflexão séria. Godzilla passando na televisão. Guns N’ Roses assoviado na escada do metrô. Star Wars, Blade Runner, Alien, Tom & Jerry, Asterix, Batman e quadrinhos antigos.

Não como lista para impressionar. Mas como a memória realmente funciona: misturada, atravessada, fora de ordem e, ainda assim, viva.

Rita Lee e uma frase em latim. Charlie Brown tentando ser o protagonista da própria vida. Agatha Christie reaparecendo numa história menos respeitável. Monty Python interrompendo uma reflexão séria. Godzilla passando na televisão. Guns N’ Roses assoviado na escada do metrô. Star Wars, Blade Runner, Alien, Tom & Jerry, Asterix, Batman e quadrinhos antigos.

Não como lista para impressionar. Mas como a memória realmente funciona: misturada, atravessada, fora de ordem e, ainda assim, viva.

“A política é como a criação de porcos: necessária, mas ninguém quer morar ao lado do chiqueiro.”

“A política é como a criação de porcos: necessária, mas ninguém quer morar ao lado do chiqueiro.”

“É mais fácil a gente esquecer o vivido aos cinquenta anos do que o visto aos dez.”

“É mais fácil a gente esquecer o vivido aos cinquenta anos do que o visto aos dez.”

“Política demais é uma forma de acídia: carcome primeiro os miolos, e depois a alma.”

“Política demais é uma forma de acídia: carcome primeiro os miolos, e depois a alma.”

“A função principal da juventude é fazer a gente sentir uma vergonhazinha de ter sido jovem um dia.”

“A função principal da juventude é fazer a gente sentir uma vergonhazinha de ter sido jovem um dia.”

O BOX DE TODO MUNDO É LUA

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Não é apenas um livro. É uma experiência literária completa.

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Todo mês, a PESSÔA transforma uma obra da literatura contemporânea em uma edição exclusiva.

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Itens temáticos criados a partir do universo visual do livro.

A NOVA CASA

DA LITERATURA

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Escolha a melhor forma de entrar para a PESSÔA.

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Revista Literária Sombra nº 10

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Oferta sujeita à disponibilidade do box com Madame Castela e Tereza.

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O cotidiano passa. A crônica fica.

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A conversa termina. O ônibus chega. A loja fecha. A palavra some. A notícia envelhece. E, um dia, alguém escreve tudo isso de um jeito que nos faz perceber que ali havia uma cidade, uma época, uma lembrança e uma parte de nós.

Foi assim que o Brasil transformou o cotidiano em literatura. E é nessa tradição que Todo Mundo é Lua encontra seu lugar.

A conversa termina. O ônibus chega. A loja fecha. A palavra some. A notícia envelhece. E, um dia, alguém escreve tudo isso de um jeito que nos faz perceber que ali havia uma cidade, uma época, uma lembrança e uma parte de nós.

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PERGUNTAS FREQUENTES

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Ficou com alguma dúvida? Confira aqui se ela já foi respondida.

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O que recebo no primeiro envio?

Madame Castela e Tereza são dois boxes?

Os três livros chegam juntos?

O que recebo nos meses seguintes?

Qual a diferença entre os planos mensal e anual?

O cupom funciona no plano mensal?

Como funciona o pagamento anual?

Até quando a oferta estará disponível?

Posso cancelar quando quiser?

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