O SEGUNDO VOLUME DA OBRA COMPLETA DE BRUNO TOLENTINO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL.

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Livros do
aqui e agora

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BRUNO TOLENTINO | 3 PRÊMIOS JABUTI

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OS DEUSES DE HOJE

OS DEUSES DE HOJE

OS DEUSES DE HOJE

Segundo volume da Obra Completa de Bruno Tolentino. Escrito ao longo de trinta anos de exílio, entre o golpe de 1964 e 1994, é um dos grandes libelos líricos sobre a história política e espiritual do Brasil recente.

Segundo volume da Obra Completa de Bruno Tolentino. Escrito ao longo de trinta anos de exílio, entre o golpe de 1964 e 1994, é um dos grandes libelos líricos sobre a história política e espiritual do Brasil recente.

CLIQUE NO BOTÃO E GARANTA O SEU

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Capa dura · Edição comentada

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SOBRE O LIVRO

SOBRE O LIVRO

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Um exílio.

Trinta anos de história.

Um exílio.

Trinta anos de história.

Um exílio.

Trinta anos de história.

Os Deuses de Hoje reúne a poesia escrita por Bruno Tolentino entre o golpe de 1964 e 1994 — os trinta anos que passou fora do Brasil.

O livro se organiza em duas partes, costuradas por um interlúdio.

Durante o Baile Negro” fotografa a violência política, social e espiritual instaurada no país depois de 1964.

Torres & Deuses” (1994) é o interlúdio entre as duas partes do livro.

Na Terra Provisória”, escrita entre 1985 e 1994, retrata os escombros de um país que já viveu a destruição — a terra provisória que sobrou dela.

Sonetos, elegias e poemas de forma livre se organizam em torno de um mesmo eixo: o exílio como condição de existência e como forma de fazer poesia.

Os Deuses de Hoje reúne a poesia escrita por Bruno Tolentino entre o golpe de 1964 e 1994 — os trinta anos que passou fora do Brasil.

O livro se organiza em duas partes, costuradas por um interlúdio.

Durante o Baile Negro” fotografa a violência política, social e espiritual instaurada no país depois de 1964.

Torres & Deuses” (1994) é o interlúdio entre as duas partes do livro.

Na Terra Provisória”, escrita entre 1985 e 1994, retrata os escombros de um país que já viveu a destruição — a terra provisória que sobrou dela.

Sonetos, elegias e poemas de forma livre se organizam em torno de um mesmo eixo: o exílio como condição de existência e como forma de fazer poesia.

Os Deuses de Hoje reúne a poesia escrita por Bruno Tolentino entre o golpe de 1964 e 1994 — os trinta anos que passou fora do Brasil.

O livro se organiza em duas partes, costuradas por um interlúdio.

Durante o Baile Negro” fotografa a violência política, social e espiritual instaurada no país depois de 1964.

Torres & Deuses” (1994) é o interlúdio entre as duas partes do livro.

Na Terra Provisória”, escrita entre 1985 e 1994, retrata os escombros de um país que já viveu a destruição — a terra provisória que sobrou dela.

Sonetos, elegias e poemas de forma livre se organizam em torno de um mesmo eixo: o exílio como condição de existência e como forma de fazer poesia.

Um diálogo com os poetas que ficaram

Um diálogo com os poetas que ficaram

Enquanto Tolentino vivia o exílio, outros poetas seguiam escrevendo o Brasil por dentro

Ao longo do livro, o eu lírico dialoga com Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade — entrelaçando duas vocações que atravessam toda a obra: a religiosidade e a política, e tratando o poema como forma de testemunho diante da História

QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

SOBRE O AUTOR

SOBRE O AUTOR

Quem foi Bruno Tolentino

Quem foi Bruno Tolentino

Bruno Tolentino nasceu no Rio de Janeiro em 1940. Ensinou literatura em Oxford e Bristol, atuou como tradutor-intérprete na Comunidade Econômica Europeia e viveu entre a Itália, a Inglaterra e Portugal por mais de trinta anos — construindo, longe do Brasil, uma das obras mais importantes da poesia em língua portuguesa.

Quando voltou, nos anos 1990, trouxe consigo uma vasta erudição e um profundo conhecimento da tradição ocidental: de Dante a Eliot, de Camões a Yeats, de Cavafy a Goethe.

Foi uma figura polêmica — do tipo que divide opiniões com a mesma intensidade com que conquista admiração. Mas nomes como Manuel Bandeira, Antônio Cândido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo e Alcir Pécora não tiveram dúvidas sobre a excepcionalidade da obra. Dois dos maiores poetas europeus do século XX também o elogiaram pessoalmente: W. H. Auden e Saint-John Perse, Nobel de Literatura.

Vencedor de três Prêmios Jabuti. 

Faleceu em 2007, sem ver publicada a edição completa de sua obra.

Bruno Tolentino nasceu no Rio de Janeiro em 1940. Ensinou literatura em Oxford e Bristol, atuou como tradutor-intérprete na Comunidade Econômica Europeia e viveu entre a Itália, a Inglaterra e Portugal por mais de trinta anos — construindo, longe do Brasil, uma das obras mais importantes da poesia em língua portuguesa.

Quando voltou, nos anos 1990, trouxe consigo uma vasta erudição e um profundo conhecimento da tradição ocidental: de Dante a Eliot, de Camões a Yeats, de Cavafy a Goethe.

Foi uma figura polêmica — do tipo que divide opiniões com a mesma intensidade com que conquista admiração. Mas nomes como Manuel Bandeira, Antônio Cândido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo e Alcir Pécora não tiveram dúvidas sobre a excepcionalidade da obra. Dois dos maiores poetas europeus do século XX também o elogiaram pessoalmente: W. H. Auden e Saint-John Perse, Nobel de Literatura.

Vencedor de três Prêmios Jabuti. 

Faleceu em 2007, sem ver publicada a edição completa de sua obra.

Bruno Tolentino nasceu no Rio de Janeiro em 1940. Ensinou literatura em Oxford e Bristol, atuou como tradutor-intérprete na Comunidade Econômica Europeia e viveu entre a Itália, a Inglaterra e Portugal por mais de trinta anos — construindo, longe do Brasil, uma das obras mais importantes da poesia em língua portuguesa.

Quando voltou, nos anos 1990, trouxe consigo uma vasta erudição e um profundo conhecimento da tradição ocidental: de Dante a Eliot, de Camões a Yeats, de Cavafy a Goethe.

Foi uma figura polêmica — do tipo que divide opiniões com a mesma intensidade com que conquista admiração. Mas nomes como Manuel Bandeira, Antônio Cândido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo e Alcir Pécora não tiveram dúvidas sobre a excepcionalidade da obra. Dois dos maiores poetas europeus do século XX também o elogiaram pessoalmente: W. H. Auden e Saint-John Perse, Nobel de Literatura.

Vencedor de três Prêmios Jabuti. 

Faleceu em 2007, sem ver publicada a edição completa de sua obra.

Reconhecido pelos maiores

Reconhecido pelos maiores

Reconhecido pelos maiores

De volta ao Brasil, Tolentino encontrou pares à altura da própria obra: Antonio Candido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Antonio Houaiss, José Guilherme Merquior.

De volta ao Brasil, Tolentino encontrou pares à altura da própria obra: Antonio Candido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Antonio Houaiss, José Guilherme Merquior.

De volta ao Brasil, Tolentino encontrou pares à altura da própria obra: Antonio Candido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Antonio Houaiss, José Guilherme Merquior.

QUERO TER ESSA OBRA

“Tolentino, eu sou seu precursor! Toda essa agitação que você anda fazendo em defesa da nossa arte verdadeira, eu já tinha começado quando a coisa não parecia ter mais jeito.”

— Ariano Suassuna, dramaturgo, criador do Movimento Armorial

“Tolentino, eu sou seu precursor! Toda essa agitação que você anda fazendo em defesa da nossa arte verdadeira, eu já tinha começado quando a coisa não parecia ter mais jeito.”

— Ariano Suassuna, dramaturgo, criador do Movimento Armorial

“Bruno Tolentino é seguramente um dos maiores poetas da língua portuguesa, na era pós-João Cabral.”

— Alcir Pécora, professor titular de Literatura, Unicamp

“Bruno Tolentino é seguramente um dos maiores poetas da língua portuguesa, na era pós-João Cabral.”

— Alcir Pécora, professor titular de Literatura, Unicamp

“Tolentino traz de volta a peste clássica.”

— Arnaldo Jabor, Folha de S.Paulo, 1994

“Tolentino traz de volta a peste clássica.”

— Arnaldo Jabor, Folha de S.Paulo, 1994

“Um misto de Goethe com Villon.”

— João Moura Jr., O Estado de S. Paulo

“Um misto de Goethe com Villon.”

— João Moura Jr., O Estado de S. Paulo

QUERO TER ESSA OBRA

Uma edição feita para durar

Uma edição feita para durar

EDIÇÃO

Fabrício Tavares de Moraes

INTRODUÇÃO CRÍTICA

Antônio Paulo Graça

REVISÃO

Renata Broock

REVISÃO DE PROVA

Daniel Araújo e Thiago Abercio

DIAGRAMAÇÃO

Ticiane Pietro

PROJETO GRÁFICO

Felipe Turcheti, Lucas “Garga” Gabriel Goes e de Macedo, Samira Souza e Vicente Pessôa

Leve a coleção inteira

Leve a coleção inteira

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Os Deuses de Hoje é o segundo de oito volumes da Obra Completa de Bruno Tolentino — o projeto que reúne toda a obra do poeta em edição comentada, com aparato crítico e projeto gráfico desenvolvido volume a volume.

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ADQUIRIR AS OBRAS COMPLETAS

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PERGUNTAS FREQUENTES

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Ficou com alguma dúvida? Confira aqui se ela já foi respondida.

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O que é Os Deuses de Hoje?

Preciso ter lido o primeiro volume para entender este?

Por que este volume não vem dentro do box da assinatura, como o primeiro?

Qual a diferença entre comprar o avulso e a coleção completa?

Qual a diferença entre o preço de assinante e não-assinante?

Quando vou receber?

Os próximos volumes também serão vendidos como edição avulsa?

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+55 51 9969-1388

contato@pessoaeditora.com.br

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Rua Berlim, 231, Bairro Centro, Dois Irmãos/RS, CEP 93950-000

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