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OBRA COMPLETA

de Bruno Tolentino

OBRA COMPLETA

de Bruno Tolentino

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de Bruno Tolentino

Oxford. Bristol. Prisão por tráfico em Dartmoor. Deportação. Um retorno ao Brasil que sacudiu o establishment literário.

Tolentino não foi um poeta de gabinete. Foi um homem que viveu em excesso e transformou tudo isso em verso com a precisão de quem esculpe em pedra.

QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

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Capa dura · Edição comentada · Aparato crítico · Revista Literária exclusiva

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A VIDA CINEMATOGRÁFICA DE BRUNO TOLENTINO

A VIDA CINEMATOGRÁFICA DE BRUNO TOLENTINO

A VIDA CINEMATOGRÁFICA DE BRUNO TOLENTINO

Uma vida que parece roteiro de cinema. Mas é tudo real.

Uma vida que parece roteiro de cinema. Mas é tudo real.

Uma vida que parece roteiro de cinema. Mas é tudo real.

Rio de Janeiro, 1940. Bruno Tolentino nasce numa família da elite intelectual carioca. Bárbara Heliodora, uma das maiores críticas teatrais do Brasil, é da família. Antonio Candido, o maior crítico literário brasileiro do século XX, é primo. Segunda a sua, a tia Helena — figura central na formação intelectual de Bruno — era quem mantinha vivo esse patrimônio dentro de casa: falava inglês, francês e espanhol, alimentava as viagens intelectuais do sobrinho, ensinava tudo o que podia.

Nesse ambiente, a erudição não era aspiração ou mero enfeite. Era o ar que se respirava.

Com três anos, Bruno já conhecia todas as bandeiras do mundo. Nas escolas, sabia mais do que os professores — e não deixava de dizer. Fez cursos no Museu de Arte Moderna. Lá conheceu João Cabral de Melo Neto, Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, Drummond, Nélida Piñon. Encantaram-se uns pelos outros — e vez ou outra Bruno os reunia na casa dos pais.

Desde cedo, discordava de quase todo mundo. Mas sabia exatamente com quem estava discordando.

Rio de Janeiro, 1940. Bruno Tolentino nasce numa família da elite intelectual carioca. Bárbara Heliodora, uma das maiores críticas teatrais do Brasil, é da família. Antonio Candido, o maior crítico literário brasileiro do século XX, é primo. Segunda a sua, a tia Helena — figura central na formação intelectual de Bruno — era quem mantinha vivo esse patrimônio dentro de casa: falava inglês, francês e espanhol, alimentava as viagens intelectuais do sobrinho, ensinava tudo o que podia.

Nesse ambiente, a erudição não era aspiração ou mero enfeite. Era o ar que se respirava.

Com três anos, Bruno já conhecia todas as bandeiras do mundo. Nas escolas, sabia mais do que os professores — e não deixava de dizer. Fez cursos no Museu de Arte Moderna. Lá conheceu João Cabral de Melo Neto, Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, Drummond, Nélida Piñon. Encantaram-se uns pelos outros — e vez ou outra Bruno os reunia na casa dos pais.

Desde cedo, discordava de quase todo mundo. Mas sabia exatamente com quem estava discordando.

A ruptura

A ruptura

No Brasil dos anos 1960, o ambiente cultural estava dominado pelo ideário da Semana de Arte Moderna de 1922 — que Tolentino nunca aceitou. Para ele, o modernismo paulista havia feito o inverso do que prometia: em vez de renovar a língua, havia empobrecido a poesia brasileira, cortando-a de sua raiz mais profunda— a tradição poética do Ocidente.

A ruptura era inevitável.

O exílio voluntário

O exílio voluntário

Na virada dos anos 1960, Tolentino deixa o Brasil. Não por perseguição política — mas por convicção intelectual. Vai para a Europa. Fica trinta anos.

Passa por Oxford e Bristol. Convive com os grandes da poesia anglófona. É nesse período que W. H. Auden, um dos maiores poetas do século XX, o elogia pessoalmente. Que Saint-John Perse, Nobel de Literatura, reconhece seu trabalho. Que Tolentino encontra, na tradição europeia — de Dante a Eliot, de Camões a Yeats —, o que a literatura brasileira de seu tempo tinha decidido rejeitar.

Publica na Europa. Escreve. Amadurece.

O lado sombrio dos trinta anos

O lado sombrio dos trinta anos

Rimbaud abandonou a poesia aos 19 anos e foi para a África. Tolentino não abandonou a poesia — mas também não passou trinta anos na Europa apenas em bibliotecas.

Em determinado momento, foi preso na penitenciária de Dartmoor, na Inglaterra, por tráfico de drogas. Dentro da prisão, fez o que sempre soube fazer: tornou-se o poliglota da cadeia — traduzindo, intermediando, ajudando outros detentos a se defender nos interrogatórios.

Foi na cela que teve visões da Virgem Maria. E foi na cela que escreveu o que se tornaria “A Balada do Cárcere”.

Em 1992, voltou ao Brasil deportado. Com uma obra na bagagem que o país ainda não sabia como receber.

O retorno e a guerra cultural

O retorno e a guerra cultural

O Brasil não estava preparado para ele.

Com a mesma franqueza de sempre, Tolentino retomou o debate cultural brasileiro onde havia parado. Publicou ensaios incendiários. Deu entrevistas que provocavam. Apareceu nas Páginas Amarelas da Veja. Arnaldo Jabor escreveu sobre ele. A televisão o chamou — e quem assistia ficava perturbado, no bom sentido.

O establishment literário reagiu. Um abaixo-assinado de intelectuais circulou contra ele. A polêmica foi manchete. Mas os livros continuaram sendo lidos.

A obra e o reconhecimento tardio

A obra e o reconhecimento tardio

Três Prêmios Jabuti. O último, póstumo — entregue depois que Tolentino morreu, em 27 de junho de 2007, sem ver publicada a edição completa de sua obra.

É isso que a Pessôa Editora vem corrigir agora.

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QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

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Reconhecido

PELOS MAIORES

Na Europa, conviveu com os maiores poetas do século XX. No Brasil, era elogiado pelos maiores críticos e escritores do país. Ninguém que o leu de perto ficou indiferente.

Trinta anos na Europa não foram só exílio — foram convivência direta com W. H. Auden e Saint-John Perse, Nobel de Literatura, que reconheceram pessoalmente seu trabalho.

De volta ao Brasil, encontrou pares à sua altura. Antonio Candido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Antonio Houaiss, José Guilherme Merquior. Homens que sabiam exatamente o que estavam lendo — e disseram isso em voz alta.

O que alguns deles disseram:

"Tolentino, eu sou seu precursor! Toda essa agitação que você anda fazendo em defesa da nossa arte verdadeira, eu já tinha começado quando a coisa não parecia ter mais jeito."

 — Ariano Suassuna, dramaturgo, criador do Movimento Armorial

"Bruno Tolentino é seguramente um dos maiores poetas da língua portuguesa, na era pós-João Cabral." — Alcir Pécora, professor titular de Literatura, Unicamp

"Tolentino traz de volta a peste clássica." — Arnaldo Jabor, Folha de S.Paulo, 1994

"Um misto de Goethe com Villon." — João Moura Jr., O Estado de S. Paulo

Na Europa, conviveu com os maiores poetas do século XX. No Brasil, era elogiado pelos maiores críticos e escritores do país. Ninguém que o leu de perto ficou indiferente.

Trinta anos na Europa não foram só exílio — foram convivência direta com W. H. Auden e Saint-John Perse, Nobel de Literatura, que reconheceram pessoalmente seu trabalho.

De volta ao Brasil, encontrou pares à sua altura. Antonio Candido, Ivan Junqueira, Ledo Ivo, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Antonio Houaiss, José Guilherme Merquior. Homens que sabiam exatamente o que estavam lendo — e disseram isso em voz alta.

O que alguns deles disseram:

"Tolentino, eu sou seu precursor! Toda essa agitação que você anda fazendo em defesa da nossa arte verdadeira, eu já tinha começado quando a coisa não parecia ter mais jeito."

 — Ariano Suassuna, dramaturgo, criador do Movimento Armorial

"Bruno Tolentino é seguramente um dos maiores poetas da língua portuguesa, na era pós-João Cabral." — Alcir Pécora, professor titular de Literatura, Unicamp

"Tolentino traz de volta a peste clássica." — Arnaldo Jabor, Folha de S.Paulo, 1994

"Um misto de Goethe com Villon." — João Moura Jr., O Estado de S. Paulo

QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

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O IMPACTO NA CULTURA BRASILEIRA

O IMPACTO NA CULTURA BRASILEIRA

O IMPACTO NA

CULTURA BRASILEIRA

Quando Tolentino voltou ao Brasil, o Brasil inteiro parou para falar sobre ele.

Quando Tolentino voltou ao Brasil, o Brasil inteiro parou para falar sobre ele.

Quando Tolentino voltou ao Brasil, o Brasil inteiro parou para falar sobre ele.

As Páginas Amarelas da Veja — o espaço mais disputado do jornalismo cultural brasileiro da época — abriram para ele. Uma entrevista que virou polêmica nacional.


"Quero o meu país de volta!"

As Páginas Amarelas da Veja — o espaço mais disputado do jornalismo cultural brasileiro da época — abriram para ele. Uma entrevista que virou polêmica nacional.


"Quero o meu país de volta!"

As Páginas Amarelas da Veja — o espaço mais disputado do jornalismo cultural brasileiro da época — abriram para ele. Uma entrevista que virou polêmica nacional.


"Quero o meu país de volta!"

QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

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Bruno Tolentino dedicou a vida a trazer de volta ao debate cultural brasileiro a grandeza da tradição poética ocidental.

Bruno Tolentino dedicou a vida a trazer de volta ao debate cultural brasileiro a grandeza da tradição poética ocidental.

Publicar sua obra completa é continuar esse trabalho. Antes do primeiro box, antes do primeiro livro publicado pela Pessôa — Bruno Tolentino já era parte do que queríamos ser.

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"Nem tudo se desfaz, anda em tudo um resquício."

Bruno Tolentino, A Imitação do Amanhecer

"Nem tudo se desfaz, anda em tudo um resquício."

Bruno Tolentino, A Imitação do Amanhecer

É com esse espírito que entregamos agora, volume a volume, a obra que essa literatura sempre mereceu.

Com edição comentada e aparato crítico desenvolvidos especialmente para isso, queremos também tornar a obra de Tolentino mais acessível — a leitores que chegam agora, a estudantes, a quem sempre teve curiosidade mas não sabia por onde entrar. 

É com esse espírito que entregamos agora, volume a volume, a obra que essa literatura sempre mereceu.

Com edição comentada e aparato crítico desenvolvidos especialmente para isso, queremos também tornar a obra de Tolentino mais acessível — a leitores que chegam agora, a estudantes, a quem sempre teve curiosidade mas não sabia por onde entrar. 

QUERO GARANTIR MINHA COLEÇÃO

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Um projeto para honrar

o legado de Bruno Tolentino

Um projeto para honrar

o legado de Bruno Tolentino

Um projeto para honrar o legado de Bruno Tolentino

Uma edição construída para durar

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Todos os volumes em capa dura, com projeto gráfico desenvolvido obra a obra, papel premium e acabamento de alto padrão. Uma edição que honra a obra — e que resiste ao tempo tanto quanto ela.

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Edição comentada

Edição comentada

Cada volume conta com notas editoriais e aparato crítico desenvolvidos especialmente para guiar o leitor pela vasta tradição poética referenciada na obra — de Dante a Eliot, de Camões a Yeats.

Cada volume conta com notas editoriais e aparato crítico desenvolvidos especialmente para guiar o leitor pela vasta tradição poética referenciada na obra — de Dante a Eliot, de Camões a Yeats.

Integridade editorial

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Toda a coleção é organizada por Fabrício Tavares de Moraes, Doutor em Estudos Literários pela Queen Mary University of London e pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Desconto exclusivo de pré-venda

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A condição que você garanta agora não existe depois que os volumes estiverem todos no mercado.

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Fabrício Tavares de Moraes

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O RESPONSÁVEL PELA EDIÇÃO

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A edição que essa obra sempre mereceu — com quem ela merecia

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Doutor em Estudos Literários pela Queen Mary University of London e pela Universidade Federal de Juiz de Fora — responsável pela curadoria, estabelecimento do texto, notas editoriais e aparato crítico de toda a obra completa de Bruno Tolentino pela Pessôa Editora.

É sob sua condução que cada volume chega ao leitor com o rigor que a obra exige — anotado, revisado e contextualizado dentro da vasta tradição poética que Tolentino habitava: de Dante a Eliot, de Camões a Yeats, de Cavafy a Goethe.

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É sob sua condução que cada volume chega ao leitor com o rigor que a obra exige — anotado, revisado e contextualizado dentro da vasta tradição poética que Tolentino habitava: de Dante a Eliot, de Camões a Yeats, de Cavafy a Goethe.

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É sob sua condução que cada volume chega ao leitor com o rigor que a obra exige — anotado, revisado e contextualizado dentro da vasta tradição poética que Tolentino habitava: de Dante a Eliot, de Camões a Yeats, de Cavafy a Goethe.

Como tudo isso vai funcionar?

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Publicar a obra completa de Bruno Tolentino é um dos compromissos centrais da Pessôa Editora desde o primeiro dia. O primeiro volume — A Imitação do Amanhecer — já é o box de abril. A partir daí, a cada quatro meses, um novo volume chega até você, com o mesmo padrão gráfico e editorial da coleção.

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Confira os volumes e as datas previstas de pré-venda:

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  • Abril 2026

    Volume 1

    Imitação do Amanhecer

  • Agosto 2026

    Volume 2

    Os Deuses de Hoje

  • Novembro 2026

    Volume 3

    O Mundo como Ideia

  • Março 2027

    Volume 4

    As Horas de Katharina e A Andorinha

  • Julho 2027

    Volume 5

    A Balada do Cárcere

  • Novembro 2027

    Volume 6

    Os Sapos de Ontem

  • Março 2028

    Volume 7

    Anulação e Outros Reparos

  • Agosto 2028

    Volume 8

    Le vrai le vain e About the Hunt

Bônus exclusivos para quem garante a coleção completa

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Revista Literária Sombra nº 6

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Edição especial inteiramente dedicada a Bruno Tolentino — com depoimentos inéditos, fotos inéditas, entrevistas e ensaios críticos de escritores e críticos contemporâneos.

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O Escritor por Ele Mesmo

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A série em que Bruno Tolentino recita os próprios poemas. Um documento único — a voz do poeta na própria obra.

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Escolha como você deseja fazer parte dessa história

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Box de Abril — A Imitação do Amanhecer

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Edição exclusiva em capa dura

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Revista Literária Sombra nº 6 — especial Bruno Tolentino

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Coleção completa

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8 volumes

OBRA COMPLETA DE BRUNO TOLENTINO

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8 volumes em capa dura com edição comentada e aparato crítico

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Revista Literária Sombra nº 6 — especial Bruno Tolentino

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Série O Escritor por Ele Mesmo

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Oferta especial para assinantes anuais: 60% OFF!

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11 boxes literários mensais com edições exclusivas em capa dura

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Autores como Alberto da Cunha Melo, Alexandre Soares Silva, João Filho e outros

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Por que você deve entrar para a Pessôa – Nova Casa da Literatura

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Ao escolher a Obra Completa + Assinatura, você não está só garantindo os livros de Bruno Tolentino.

Todo mês, um novo livro chega até você. Autores consagrados como Domingos Pellegrini e Carlos Nejar — e nomes como Alberto da Cunha Melo, Alexandre Soares Silva, João Filho — que já estão deixando suas marcas na literatura brasileira de hoje.

A proposta da Pessôa é simples: publicar o melhor da literatura contemporânea — desde os grandes nomes já reconhecidos até os autores estreantes que ainda vão surpreender o Brasil.

Obras que nascem no nosso tempo. E que atravessam ele.

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